MOSTEIRO DE PEDROSO DE 1560 AOS FINAIS DO SÉC. XVII

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MOSTEIRO DE PEDROSO DE 1560 AOS FINAIS DO SÉC. XVII

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MONTEIRO, ISILDA BRAGA DA COSTA (1993) A ADMINISTRAÇÃO JESUÍTA DO MOSTEIRO DE PEDROSO DE 1560 AOS FINAIS DO SÉC. XVII. PORTO: UNIV. PORTUCALENSE. DE 20X14 CM. COM 324 PÁGS. B.
Versão atualizada e revista da tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea defendida pela autora na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
“(…) A documentação estudada, (…), permitiu à Autora caracterizar com pormenor o conjunto do património de Pedroso, designadamente pelo recurso ao Tombo de Propriedades de 1575 conservado no Arquivo Distrital do Porto. Aí se encontram os elementos essenciais que permitem dar a conhecer quer o domínio de exploração directa do mosteiro com os seus passais, quer o domínio de exploração indireta que englobava 363 propriedades espalhadas por 71 freguesias e um couto, envolvendo treze concelhos e correspondendo a uma área total de 3834,9 hectares. A descrição deste património inclui a localização geográfica, a área, a tipologia e os elementos constitutivos, nomeadamente as construções e a utilização dos solos. No estudo do vasto domínio de administração indirecta, ocupam lugar de relevo os contratos de emprazamento, os foros e a actividade dos enfiteutas e subenfiteutas. A apresentação da administração dos jesuítas é particularmente interessante pelas diferenças introduzidas em relação à gestão beneditina. O mosteiro passou a ser visto apenas como fonte de rendimentos e não como meio de implantação, pretendendo-se rentabilizar ao máximo a propriedade com o menor dispêndio possível de recursos humanos.” Gonçalves, N. da S. (1995)

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